Casa Afrobase - Festivais

Quebrada Cultural (2013)

Realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, o projeto nasceu com o objetivo de oferecer à população da zona oeste uma programação cultural rica, diversificada e de alta qualidade. A iniciativa busca não apenas contemplar a pluralidade artística, mas também valorizar os talentos locais e fomentar a cultura nos bairros mais afastados do centro da cidade, promovendo inclusão e acesso à arte.

A programação do evento reuniu uma variedade de atrações que celebram a riqueza cultural brasileira, desde manifestações populares até expressões artísticas contemporâneas. Entre os destaques estiveram apresentações de grupos como Treme Terra, Z’África Brasil e a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, que trouxeram a força da tradição e da música de raízes afro-brasileiras. A poesia também teve seu espaço com os Maloqueiristas, enquanto artistas renomados como Lirinha e Tião Carvalho emocionaram o público com suas performances. Além disso, grupos como Manos Urbanos e Metá-Metá reforçaram a conexão entre a música e a modernidade, proporcionando experiências únicas.

O projeto não apenas promoveu entretenimento, mas também fomentou o reconhecimento e a visibilidade dos artistas da região, criando um ambiente de troca cultural e enriquecimento mútuo para artistas e público.

Cartaz do evento "Quebrada Cultural" com tipografia impactante e fundo preto, destacando o nome do evento e a data de 2013.

Confira como foi o evento!

Palco Aberto

O Festival Quebrada Cultural contou com show de grandes artistas do cenário musical como Metá Metá, Tião Carvalho, Manos Urbanos, Lirinha, Z’áfrica Brasil, Cia Treme Terra e entre outros nomes.

Intervenções

Durante todo o evento Quebrada Cultural na comunidade do Rio Pequeno. Grafite, capoeira, apresentações e muito mais ações.

A Arte Negra na Contemporaneidade

No ano de 2013, trouxemos o mestre de dança e coreografo Clyde Morgan para participar de uma mesa sobre a arte negra na contemporaneidade. A mesa contou com a presença de Salloma Sallomão, Firmino Pitanga, Gal Martins, João Nascimento e Paulo Dias.

Grupo Quizumba na Quebrada Cultural

O grupo de teatro Quizumba marcou presença na Quebrada Cultural apresentando o homônimo para a comunidade nossa comunidade.

Workshop com Henrique Menezes e Firmino Pitanga

As oficinas de dança ficaram por conta do mestre Firmino Pitanga, trazendo um aula de dança Negra contemporânea e o artista Henrique Menezes com o tambor de crioula.

Agô - Mostra de Arte Negra

Em um processo de realimentação cultural entre Brasil e África, uma ponte se forma a partir do intercâmbio cultural entre esses povos, numa perspectiva esférica e mutante, num olhar orgânico e emotivo que se funde e se amplia por um leque de percepções, gestos, sonoridades, ambientes, imagens e sentimentos de uma África viva e dinâmica contida em cada um de nós brasileiros. “AGÔ” é um pedido de licença e proteção na língua yorubá.
O Festival AGÔ – Mostra de Arte Negra, tem como tema a arte da diáspora africana na cidade de São Paulo com shows, exposições, intervenções, exibições, oficinas, mesa de debate e conferências, com participações de importantes artistas da cena independente. Pretende-se montar uma extensa programação que contempla a diversidade de linguagens, estéticas e abordagens artísticas criadas a partir das influências das culturas africanas no Brasil e suas interfaces com a cultura indígena. O evento também tem o propósito de despertar no público à memória histórico cultural dos povos “afro-ascendentes”, à arte negra na contemporaneidade, bem como refletir sobre temas atuais. O projeto é voltado para todos os públicos e tem como propósito estimular o intercâmbio, o encontro e a fusão de pessoas e comunidades.

Logotipo da Mostra de Arte Negra "AGÔ", com uma máscara estilizada usando fones de ouvido, destacando arte e cultura.

Confira como foi a primeira edição de 2014

Festival Agô - Shows

O festival Agô levou apresentações musicais para diversas periferias de São Paulo contando com grandes artistas podendo destacar nomes como Bukassa Kabengele, Luana Hansen, Nega Duda, Funk Buia, Ba Kimbuta, Dinho Nascimento, SNJ, Adriana Moreira e RZO.

Intervenções

Além da música, dança e teatro, o festival Agô levou ao público intervenções nas ruas, praças e bibliotecas das periferias de SP. Sarau Musical, Roda de Jongo com mestre Totonho do Tamandaré, intervenções de grafite foram algumas dessas atividades.

O Genocídio da juventude negra e a arte como resistência

A mesa O Genocídio da juventude negra e a arte como resistência aconteceu no ponto de cultura Afrobase e trouxe o ativista e militante do movimento negro Juninho (Círculo Palmarino), a rapper Amanda Negrasim, o militante Douglas Belchior e o politico Gabriel Medina para debater e refletir sobre esse tema na comunidade do Rio Pequeno.

Festival Agô - Teatro e Dança

Os grupos Coletivo Quizumba (teatro), Companhia Étnica de Dança (dança) e Fanta Konatê (dança) levaram seus trabalhos para os CEU’s da cidade.

Confira como foi a segunda edição de 2023

Shows

A segunda edição do festival contou com grandes artísticas na programação podendo destacar nomes como Cia Treme Terra, Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, Z´África Brasil, Ponto Negro e Ana Lúcia do Cocô (PE).

Feira de Artesanato

O festival contou pela primeira vez com espaço aberto para artistas independentes divulgarem seus trabalhos. Artes plásticas, moda, literatura foram algumas das barracas que participaram da feira.

Intervenções Artísticas

O festival contou com diversas intervenções artísticas acontecendo nas ruas do Morro do Querosene, importante polo cultural da zona oeste de São Paulo. Circo, Jongo, Maracatu, Congada, Maracatu foram algumas das linguagens presentes no evento.

Exibições

O Festival Agô contou com a exibição do filme Tambores da Diáspora com a presença do diretor João Nascimento seguido de uma roda de tambores com a presença da comunidade. A ação ocorreu em parceria com o espaço Saramandaia no Morro do Querosene.
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